1) O meu olho: (que imagino mágico).
2) A humanidade que há no olhar do meu cão.
3) O momento em que abro um livro de poemas.
4) O gosto do primeiro gole de café, tomado às 15 horas.
5) Os meus risos sem sentido nas horas mais sérias.
6) O primeiro gorjeio do sabiá ao despontar a primavera.
7) A minha pele (impublicável) após o banho.
8) A poesia verde que vejo do meu telhado de vidro – ela é sempre outra.
9) O DVD do Ira – porque gosto de repetir com a banda: - “pobre diabo é o que sou”.
10) O meu coração guepardo – e nem este poema com equilíbrio de açucenas.
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